Cantina do Café

ALBINO

Este final de semana, tive a honra de participar do Concurso de Poesias do Instituto Curupira. Após vasculhar minhas gavetas, escolhi este poeminha, já um tanto esquecido:

Meu guarda-chuva sem dono,

Meu sapato sem nó.

Não faço o que como,

Não varro o meu pó.

Meu domingo é pequeno,

Minha semana gigante.

Trabalho é veneno,

Que quero distante.

Não sou vagabundo.

Sou pensador.

Filósofo do mundo.

Um novo malandro é o que sou,

Ando meio ocupado,

Mas se tiver bola, eu vou.

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2 pensamentos sobre “ALBINO

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